BRASÍLIA (Reuters) - O secretário-geral do PT, deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), informou nesta quinta-feira que o PT entrará com três representações contra membros do PSDB em resposta às acusações relativas à quebra de sigilos fiscais.
"É absolutamente justa a indignação de todos os que tiveram sigilos quebrados... Mas daí a imaginar que tenha sido uma estratégia do Partido dos Trabalhadores de quebrar o sigilo da filha do governador José Serra, não tem condições", disse ele a jornalistas.
Desde junho, a imprensa vem noticiando denúncias de quebra de dados fiscais sigilosos da Receita Federal. Já são cinco as pessoas ligadas ao candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, a última delas sua filha Veronica Serra.
O tucano e seus aliados têm atacado o PT e a campanha da líder das pesquisas, a petista Dilma Rousseff, pelos atos. Na quarta-feira, a coligação que apoia Serra entrou com um pedido de cassação do registro da candidatura Dilma, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelas denúncias relacionadas ao sigilo fiscal
Das três ações anunciadas pelo PT, duas são contra o próprio candidato. Uma no TSE, por ele tentar imputar a responsabilidade da quebra dos sigilos fiscais a Dilma e, com isso, tentar tirar vantagem eleitoral.
A outra representação contra Serra será protocolada no Ministério Público por crime contra a honra. Assim como Serra, o senador Sérgio Guerra (PE) --presidente nacional do PSDB-- também será alvo de uma ação protocolada na Procuradoria Geral da República também por crimes contra a honra.
"É mais uma tentativa desesperada de quem não tem argumentos dos que não conseguem enfrentar a sua condição eleitoral para tentar reverter o quadro", disse Cardozo. As últimas pesquisas eleitorais mostram Dilma com ampla vantagem sobre Serra e boas chances de vitória já no primeiro turno.
De acordo com informações do PT, já são cinco representações protocoladas contra Serra por crimes contra a honra.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello; Texto de Fernando Cassaro)
Autor: (Reportagem de Maria Carolina Marcello; Texto de Fernando Cassaro)
Maria Helena 02 de Setembro de 2010
Porque o PT não mostra ao Ministério Público, o que segue abaixo.
É caso de impeachment. Já!!!
A revista Economist estranha que o Brasil gaste tanto em "diplomacia de generosidade", com países emergentes, da África e America Latina, enquanto existem enormes bolsões de miséria no Brasil. Traduzindo: Lula quer aparecer como pai da humanidade, torrando o dinheiro dos brasileiros no exterior. E tome carga tributária
Essa gravura ilustra o texto do Economist, que fala que Lula fala manso e carrega um cheque em branco quando se trata de dar ajuda
Uma reportagem publicada nessa semana pela revista britânica "Economist" calcula que os recursos gastos pelo Brasil em ajuda humanitária e desenvolvimento no exterior podem chegar a US$ 4 bilhões por ano.
O cálculo, que inclui as iniciativas brasileiras de assistência técnica, cooperação agrícola e ajuda direta a países da África e América Latina, mostra que o Brasil "está se tornando rapidamente um dos maiores doadores mundiais de ajuda aos países pobres", diz a revista.
A reportagem chega ao montante de US$ 4 bilhões somando os recursos da Agência Brasileira de Cooperação, projetos de cooperação técnica, ajuda humanitária a Gaza e ao Haiti, recursos destinados ao programa de alimentos da ONU e outros, e financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, nos países emergentes.
Entretanto, a Economist vê o que chama de "ambivalência" nos programas de ajuda do Brasil. Lembra que o país ainda precisa combater bolsões de pobreza dentro de seu próprio território, aponta deficiências na estrutura burocrática voltada para a cooperação internacional e avalia que funcionários e instituições voltados para este fim estão "sobrecarregados" com o crescimento exponencial do volume de assistência durante os anos do governo Lula.
A revista diz que o governo brasileiro está indo longe demais, rápido demais.
Na desesperada busca de tentar ganhar o Premio Nobel da Paz ou de um emprego na ONU, Lula joga recursos que deveriam ser destinados aos brasileiros, em outros países. Somos nós brasileiros que estamos bancando a mais cara campanha para o prêmio Nobel da Paz da história da humanidade.
Valter Santos 2 de Setembro de 2010 - 22:18:42
Srª.Maria Helena, pelo que estou vendo a senhora é contra alguém correr atrás de corrigir erros contra a sua honra, a senhora que é tão esclarecida, uma professora e está contra o PT processar o SERRA por calúnias, injúrias e mentiras para tirar proveitos eleitorais,chegando até protocalar pedido de cassação da candidatura da Dilma pela quebra de sigilo de sua filha, acusando a candidata de tudo e não é para se processar um mentiroso dêsse ou dêsses, quem não deve, não teme se o PT/Dilma se acham inocentes, nada mais justo procurar o reparo dos seus danos morais processando-o.
O SERRA já devia se tocar pois tem um vice de conduta ruim quando se trata de dinheiro público, sofreu sanções quando era secretário da prefeitura
no Rio de Janeiro, foi desmascarado por uma vereadora do PSDB, que inclusuve não vai votar no SERRA de acôrdo com o que ela falou, por não concordar com êsse vice do SERRA(Cadê a lei ficha limpa).
Eu até entendo a sua indignação por não gostar do PT, da DILMA, de tudo e todos que se aproximam do PT, entendo que se a senhora for partidária do PSDB tudo bem, agora, chegar ao ponto de condenar
o partido por processar o irresponsável do SERRA e sua corja, ai eu não aceito, pois, essa conduta não é para a senhora, pois se trata de uma pessôa extremamente inteligente, de alto nível cultural, é uma professora de capacidade invejável, se deixando assim ser dominada pela raiva o ódio, não, não aceito, pode vim de outra pessôa mas da senhora não.
Espero que a srª. dê uma volta dentro de si e veja
onde está erro consigo mêsma e corríja, pois a senhora é muito grande intelectualmente para pensar tão pequeno dêsse jeito, deixe isso para os
cabeças ôcas.
Um abraço, e fica com Deus.
Maria Helena 3 de Setembro de 2010 - 13:00:47
Sr. Valter Santos
creio que o sr.cometeu 2 equívocos:
Primeiro - não sou partidaria de nenhum partido político, todos são ani-éticos e deixam a desejar. A conduta do Serra está sendo pouco elegante, pois está usando coisas pessoais em seus discursos ao invés de mostrar o profissional que ele é. Este tipo de conduta eu nunca apoie e jamáis apoiarei.
Segundo - eu coloquei este texto para chamar a atenção de quem lê o JusBrasil, quem tem atitudes pouco éticas(doar o dinheiro do povo brasileiro)mantendo o caos da saúde,educação,estradas,segurança, aumento estrondoso de taficantes(quanto mais prendem mais aparecem)O PT tem o direito de clarear injustiças mas tenha a ombridade de mostrar suas injustiças, ao invés de vir com um discurso de que no país não existe mais miséria, que o fome Zero resolveu a pobreza do Brasil. A própria Dilma fica prometendo saúde, educação, emprego, moradia.....seria louvável se ela, como braço direito do Lula pudesse hoje estar dizendo e o povo comprovando: conseguimos melhorar os problemas sociais do Brasil, mais uma vêz vêm promessas que não serão cumpridas. Eu costumo andar de ônibus, nas ruas, o que ouço e vejo não bate com as estatísticas do Lula, quanto a aprovação do governo dele em mais de 80%25 e a Dilma com apoio majoritário da população. O povo nas ruas está afirmando que não vai votar nela.Ontem ela recebeu o Presidente da Colômbia com pompas de Presidente, lá em Brasíla. Porque será que ela já se considera a primeira presidente do Brasil? Não precisa ser muito perspicaz para responder a esta pergunta.
Um abraço, fica com Deus também
GTA 6 de Setembro de 2010 - 03:48:12
A Sra. Maria Helena:
que me perdoe, por quê a senhora sempre 'procura chifres em cabeça de cavalos?':
POR QUÊ AS SENHORA NÃO PROCURA CABELOS OU PERUCAS PARA O CARECA DO ZÉ SERRA ?!!!!
Mário Pinheiro e... 04 de Setembro de 2010
Meus Irmão. Saúde!
Porque discutir política quando todos sabemos que o Brasil já está dominado pela Ditadura dos mentirosos do PT, que falam mentiras repetidamente até que os miseráveis que são sustentados pela Bolsa Família, logicamente, são obrigados a acreditar e a votar neles! Isso cham-se COMPRAR VOTOS e só quem não vê nada disso é o Ministério Público, cujos juízes são nomeados pelo próprio presidente da república.
Como posso brigar com quem me nomeou?
Fazer o que, diante dessa descarada compra de votos? Em nosso opinião teríamos que votar copntra todos eles. Entretanto, como fazer isso se a maioria, inclusive, Senador e outras Autoridades estão compradas!
Salvemos o Brasil da Ditadura Petista, pois a dos Militares não existem mais. Que saudade, pois naquela época ladrão e corruptos eram presos e se resistissem mortos.
Brasileiro Livre e Independente que não tem e nem empreguionho político.
Maria Helena 4 de Setembro de 2010 - 13:12:00
Sr. Mário Pinheiro, o pior é que o povo não está comprado, as pesquisas são manipuladas, conforme já demonstrei no JusBrasil há dias atrás. No programa do Raul Gil, na semana passada isto foi demonstrado, um humorista pediu que levantassem a mão quem iria votar na Dilma, meia dúzia levantou a mão. Ontem aqui na Grande Porto Alegre, antes da abertura de uma feira , ao dar entrevista quando chegou, o Lula foi vaiado, resultado, não apareceu na abertura da feira, só que isto os jornais não divulgam. O povo não é conivente com tudo isto, o problema é mais sério, eles têm o comando de institutos de pesquisa, meios de comunicações e, consequentemente da apuração das eleições, o que o sr. acha que vai acontecer? O povo vai votar na Dilma? O PT já armou o circo para dizer que ela ganhou no primeiro turno pelo voto espontâneo do povo.......... lamentavelmente estaremos a mercê dos desmandos do PT por muitos e muitos anos ainda..........
GTA 06 de Setembro de 2010
NUNCA FOI INVESTIGADO, O QUE DEVERIA SER !!!!
Nos dois governos de FHC, o mesmo 'destruiu' toda uma infra-estrutura e doou parte consideravel de nossa riquezas naturais, para a 'máfia' de estrangeiros, talvez Deus, pegando algum por fora!
O problema todo das privatizações, estar nos preços baixos, ainda com com o dinheiro emprestado do nosso BNDES! ficando patente o 'ESBULHO E DILAPIDAÇÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO' que somente através de uma CPI se poderá saber do 'TAMANHO DO ROMBO' que nos 8 anos de desgoverno do FHC do SERRA (PSDB) causaram ao BRASIL!
Antes tarde do que nunca!!!!
Valter Santos 7 de Setembro de 2010 - 12:26:18
Sr. Mario Pinheiro, faltou o sr. falar da ditadura
dosmentirosos do PSDB/DEM que falammentiras tambem
repetidamente e prometem continuar com o bolsa família a que o sr. se refere prometendo até aumentar, o SERRA/ÍNDIO, mentindo tentando comprar
os votos como o PT que o sr. se tanto está preocupado e até fazendo acusações que talvez demostre seu lado político.
Como podemos acreditar na palavra do brasileiro, como podemos acreditar em sr. Mário Pinheiro com êsse dsiscurso, não vejo aí indoneiadade m...
maria Helena 7 de Setembro de 2010 - 12:39:43
Sr. GTA e SR.Valter Satos, orque os jornais não divulgam a carta abaixo?
Segunda-feira, 23 de agosto de 2010
SEM MEDO DO PASSADO
Fernando Henrique Cardoso
O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse "o Estado sou eu". Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.
Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?
A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.
Na campanha haverá um mote -o governo do PSDB foi "neoliberal" -e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados… O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal. Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.
Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.
Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de "bravata" do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI -com aval de Lula, diga-se -para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.
Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto "neoliberalismo" peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobras, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010. "Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobras produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela".
O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35%25 para 28%25 do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18%25 em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%25; de 2003 a 2009, de 49,5%25. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.
Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.
É mentira, portanto, dizer que o PSDB "não olhou para o social". Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa "Toda Criança na Escola" trouxe para o Ensino Fundamental quase 100%25 das crianças de sete a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).
Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.
Gallego 07 de Setembro de 2010
O pt tem todo o direito de pedir retratação do psdb na justiça, sem que isto venha a ser "baixar o nível da campanha", como alega constantemente a dona Dilma Estela. Da mesma forma o psdb tem todo o direito de desconfiar do pt, que está no governo e portanto tem a SRF sob seu controle, na quebra do sigilo fiscal de seus chefes e da filha do candidato, mesmo porque foi um filiado do pt que quebrou o sigilo fiscal da Sra Veronica Serra com uma procuração falsa. E além do mais, não foi esta a primeira vez que o pt usa destas artimanhas, ou será que os petistas esqueceram da quebra do sigilo fiscal do caseiro Francenildo. As evidências do envolvimento da campanha da dona Dilma Estela com a quebra do sigilo fiscal dos chefes do psdb, fôram muito fortes e portanto cabia democráticamente o pedido do psdb de cassação da candidata do pt. Se ainda tiver justiça neste país, todas as ações do pt contra o psdb e o Serra serão arquivadas ou concluidas dando razão ao denunciante, pois cabe ao governo constituido zelar pela segurança de todos os contribuintes, mesmo que o ministro seja um petista. Mas como a dona Dilma Estela já está acostumada a interferir na RFB, é só lembrar da secretária Lina Vieira que foi chamada pela então ministra da casa civil para resolver problema do Sr Sarney Filho, não há como esperar uma apuração isenta. Acorda povo brasileiro!
Valter Santos 7 de Setembro de 2010 - 20:26:16
Srª. Maria Helena, não entendi o porque da amostra
deste festival de mentiras que o mais ilustre dos vagabundos aposentados apresentou, só amostrou o que para êle devemos acreditar, falar que deixou a
Petrobrás bem, saneada,isso é no mínimo chamar os que vivem o dia, dia na petrobrás de mentalidade endurecida, em 1992 a Petrobrás não investia em pesquisas, estava sucateada com o intuito da privatização, o Banco do Brasil, esteva a beira daprivatização, tenho familiar que trabalha no Banco, e só nós sabemos o sufoco que os bancários Banco do Brasil passaram com o fantásma da privatização ou seja da entrega como fizeram com as outras emprezas que se diz privatizaram.
Cadê o dinheiro das privatizações, onde botaram, pagaram qual dívida, compraram o que, quantos colégios foram construídos, hospitais?
Cadê o dinheiro daprivatização da Vale do Rio Dôce
da CSN, das teles? Dona Maria Helena, num país que
tem o mínimo de vergonha, os políticos já tinhanm sido substituidos pois estaríam na cadeia.
Falar do social, política de assistencia a idosos,
e os aposentados, que êles deixaram o "FATOR PREVIDENCIÁRIO" como política de assistencia social para os trabalhadores brasileiros que chegam a idade de aposentadoria, é essa a política social do PSDB, não estou conseguindo diferenciar a políca social dêste partido com os aposentados da políca social do regime militar para com os presos políticos são iguais no seu conteúdo porém com aplicação diferente.
Srª Maria Helena seria bem melhor se a srª completasse a carta de FHC, com verdades pois, acredito que não reza na mêsma cartilha do FHC, seria mais informativa, pois a verdade é cabível em qualquer lugar.
Maria Helena 7 de Setembro de 2010 - 21:56:22
Sr. Valter Santos. O pior cego é aquele que não quer ver!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Valter Santos 7 de Setembro de 2010 - 23:57:55
Maria Helena, ver o que, enchergar pelos seus olhos é isso que devo entender?Pelo amor de Deus.
Reconheço a sua paixão e talvez a sua mágoa com a DILMA, pois pôde ver que você é do Rio grande do Sul, lugar que a DILMA escolheu para morar e quem sabe vc queria está no lugar dela chegando até o ponto de achar que devemos ver pelos seus olhos caso contrário é cego, que você seja do PSDB que mal tem aí? Agora temos o direito de ser contra o PSDB, que mal tem aí, se você foi ou está sendo prejudicada palo PT nada mais justo ser contra e ter raiva, assim como eu estou sendo prejudicado pelo PSDB, nada mais justo ser contra e ter raiva,
não só do partido mas dos seus membros também e torcer contra.
Não leve a mal até Deus é contra êsses farcistas que entregeram as riquezas do país aos capitalistas extrangeiros e diga-se de passagem, quem sabe, com interesses embutidos nas negociaçãoes.
Agora digo a você, a pior cega é aquela que não quer ver.
Vejo em você interesses particulares, mas aguarde para 2014 se Aécio Neves for candidato, mas com êsse aí você só vai ter raiva. Cuidado com o coração, pelo visto você já é de idade.
Maria Helena 8 de Setembro de 2010 - 17:40:48
Sr. Valter Santos
Quem gostaria de estar no lugar da Dilma, pelo visto é o sr. pois eu jamáis teria orgulho do curriculum dela.
Quanto as questões de prejuízos, tanto o PSDB quanto o PT propiciaram muitos prejuízos para os brasileiros. Só que tanto um quanto o outro também tiveram seus acertos. O problema é o Lula e os PTistas insistirem em negar fatos óbvios do porque do Brasil hoje estar com uma nova posição no mundo econômico-político, o Brasil não é uma ilha isolada no planeta.Ele interfere e é interferido pelos acontecimentos internos e externos a ele. A posição econômica-política do Brasil hoje é resultado de um processo histórico e não só do PT. Se consideram os donos da verdade, no entanto nunca foram punidos pelos engodos com a máquina do governo, como aconteceu com os outros partidos.
Os PTistas não têm argumentos coerentes, só sabem usar palavras carregadas de insultos e raiva, denegrindo imagens de pessoas ligadas aos partidos que não sejam coligados com eles.
Isto não é nada elegante!!!!!!!!
Aproveite e leia os dois textos que postei ai acima, talvez acrescente um pouco de esclarecimento para o SR.
Fernando Castanheira 10 de Setembro de 2010 » postado em notícia relacionada
Prof. Maria Helena,
Parabéns pela demonstração de civismo e cidadania participativa, permita-me fazer uma colocação a respeito do encaminhamento político atual.
Ganhar ou perder uma eleição depende, antes de tudo, do consenso dominante no período eleitoral. Este, por sua vez, não é construído durante o processo eleitoral. Ele pode ter variações na forma das campanhas expressá-lo. Mas ele se constrói antes, vai se construindo ao longo do tempo e se cristaliza no processo eleitoral.
Nesse sentido, o governo que termina seu mandato é determinante. A escolha do novo governante é, em primeiro lugar, o julgamento do desempenho do governo, conforme a percepção -deformada pela mídia -da população. O governo Sarney saía desmoralizado -por múltiplas razões, principalmente por ter frustrado o impulso democrático saído das lutas contra a ditadura e plasmado, em parte na nova Constituição -, o que permitiu um vazio em que se inseriram candidatos críticos a esse governo: Collor e Lula, entre eles.
As eleições de 1994 tiveram o enfrentamento de dois projetos de novos consensos, diante do fracasso de Collor. Lula, favorito no inicio da campanha, representava o binômio justiça social (expresso nas Caravanas em que o Lula percorria o país) e ética na política (representada pelo seu primeiro candidato a vice, Bisol). O primeiro aspecto vinha da denúncia das desigualdades marcantes da sociedade brasileira, a segunda do acúmulo de denúncias contra o governo Sarney e, posteriormente, na campanha vitoriosa pelo impeachment do Collor.
Se não tivesse assumido quase um ano antes das eleições o Ministério da Economia do governo Itamar, FHC não teria tido possibilidade de contrapor a essa primeira proposta, a do ajuste fiscal, assentada na projeção da inflação, no lugar da desigualdade, como problemas central do Brasil. Ajuda pela mídia -que apoiou-o plenamente, desde sua ida ao Ministério e durante todos os seus dois mandatos -, FHC venceu as eleições, o que voltaria a fazer quatro anos depois, impulsionado pelo consenso da estabilidade monetária e sempre apoiado pelo monopólio midiático.
A ampla rejeição do governo FHC -que chegou a ter índices de apoio de apenas 18%25 - abriu o espaço para o voto anti-neoliberal que Lula representava. Serra representava a continuidade, por mais que tentasse disfarçar e perdeu.
Perde agora de novo, diante do sucesso do governo Lula e do consenso novo assumido pelo país -desenvolvimento econômico e social. O povo se deu conta que a estabilidade monetária tinha se esgotado, sem que as promessas de distribuição de renda, de retomada do crescimento econômico, de modernização do país, tivessem sido cumpridas. Ao contrário, ao se limitar a malabarismos monetaristas, a própria estabilidade monetária se perdia, com o retorno da inflação, a desigualdade havia aumentado, a economia havia entrado em profunda e prolongada recessão, os direitos sociais da maioria foram expropriados -em primeiro lugar, a carteira de trabalho, mas também a degradação das políticas de educação e de saúde pública, entre outras -, a privatização tinha sido um negócio para favorecer grandes empresas privadas, a deterioração do Estado tinha feito piorar ainda mais o nível de vida da massa da população.
Perde o Serra e perdem os tucanos porque assumiram o modelo neoliberal no Brasil, promoveram o Estado mínimo, diminuírem os gastos públicos especialmente em políticas sociais, para obedecer às Cartas de Intenções que assinaram com o FMI, fizeram uma política internacional de costas para a America Latina e o Sul do mundo e subserviência com os EUA, reprimiram e criminalizaram os movimentos sociais. Em suma, governaram com as elites, para uma minoria, apoiados no monopólio privado da mídia.
Por isso, assim que Lula pôde governar, ficaram evidentes as diferenças, que se espelham no amplo favoritismo da Dilma.
Não há manipulação de pesquisas, assim sendo, por
que os órgãos, formadores de opinião pró e contra, são unânimes quanto aos resultados das pesquisas?
Dúvidas Jurídicas?
Entre em contato
Disponível em: http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2358383/pt-anuncia-tres-acoes-contra-psdb-em-caso-de-sigilos-quebrados